O contrato de financiamento foi assinado em janeiro de 1991, com prazo de 240 meses (20 anos), sem cobertura do FCVS no saldo devedor, ou seja, ao final do pagamento de todas as prestações haveria um saldo devedor a ser liquidado. As prestações foram reajustadas pelo Plano de Equivalência Salarial (PES).

O mutuário tinha conhecimento que mesmo pagando todas as prestações, haveria uma prorrogação de 120 meses (10 anos) para liquidar o saldo devedor, que na época em que procurou a AMMRS já era bem elevado.

Diante do problema futuro, mutuário antecipou-se  e se associou a AMMRS para ingressarmos com ação judicial e discutirmos as diversas irregularidades do contrato, que resultava no elevado saldo devedor, sendo objeto principal de discussão ao longo do processo.

Durante o litígio processual em que representamos nosso associado, conseguimos fazer acordo com a Caixa Econômica Federal, reduzindo a dívida de R$ 815 mil para R$ 67 mil reais e, consequentemente, a emissão do termo de liberação da hipoteca.

Processo n° 2003.71.00.053931-9

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